Gestor da área industrial de montadora utiliza a estratégia de coaching de carreira e muda para multinacional líder no setor de cacau.

Por  Estadão.

Em 2018, a produção de autoveículos no País deverá retomar seu crescimento de forma gradual, todavia tal crescimento não deverá sustentar-se por uma forte retomada do mercado interno brasileiro, mas sim pelo crescimento das exportações favorecida pela desvalorização do real.

Essa tendência já se manifestou nos últimos meses do ano passado, de acordo com os dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) no acumulado de novembro e dezembro o resultado das exportações de veículos leves surpreendeu os analistas do mercado.

Para o mercado interno, as projeções de expansão do setor automobilístico em 2017 são bastante tímidas, tendo em vista a taxa de desemprego mais elevada no País, os consumidores estão mais cautelosos para a aquisição de automóveis através de financiamentos de longo prazo dada a instabilidade do emprego.

Já a categoria de comerciais leves deve apresentar crescimento e uma elevação da participação nas vendas de veículos leves, com uma gradual retomada da atividade econômica do País, redução da taxa de juros e reestabelecimento da confiança dos investidores, as empresas poderão elevar seus investimentos, elevando a demanda por veículos comerciais leves e caminhões.

Caminho doce para o cacau, que é a aposta mais ativa, prevendo que os futuros de Nova York devam fechar o ano em US$ 2.620 por tonelada, acima dos US$ 2.448 por tonelada que vêm sendo cotados.

Salientando a perspectiva de um segundo excedente mundial de produção até 2018, o Rabobank destacou o potencial para uma maior procura pelo produto, à medida em que as vendas de chocolate se estabilizam na Europa e nos Estados Unidos.

Além disso, o Rabobank também acredita que as vendas de chocolate deverão ser bastante atrativas para o mercado asiático.

Marcio Pereira CEO Latam da United HR, afirma que “diretores, presidentes e executivos de setores que estão em baixa na economia e que passaram décadas no setor tornaram-se overqualify (termo usado para executivos que ficaram no mesmo setor ou empresa muito tempo)” e precisam de estratégias para ir para setores que estão em alta na macroeconomia.

Adilson Fukuda depois de 20 anos do setor automobilístico na FORD como South America Construction & Facilities Engineering Manager, contratou a United HR para movimentar-se no mercado de trabalho e conseguiu a posição em uma multinacional franco-belga, a Barry Callebaut e será o novo Gerente de projetos.

A multinacional franco-belga Barry Callebaut é a maior fabricante de chocolate do mundo. A empresa mantém mais de 50 locais de produção no mundo e emprega mais de 9300 colaboradores empenhados e de diversas origens.

Para o CEO Latam da United HR Marcio Pereira, que é afiliado ao IOC instituo de coaching McLean Hospital – Harvard Medical School: “profissionais que trabalharam muito tempo em um setor que enfrenta dificuldades, precisam mudar para setores que estão em alta. Uma opção é a assessoria para sua recolocação com a ajuda de especialista em movimentação na carreira e uma profunda análise das suas habilidades e competência e também da economia”.

“Consegui uma posição em uma excelente empresa e ambiente de trabalho. O cargo confere com minhas habilidades e expectativas de movimentação horizontal e vertical, com possibilidades de carreira internacional”, afirma Adilson Fukuda que assumirá a Gerencia de projetos da Barry Callebaut.

Confira reportagem original.

Leave a Reply

Your email address will not be published.